Segura a fera

“Humildade e coragem são nossas armas pra lutar”

Posts de Março, 2009

Não precisava

Publicado por Nelson Próspero em Março 30, 2009

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Os conselheiros e diretores do Palmeiras estão discutindo a remoção da estátua de Ademir da Guia do Palestra Itália por causa da foto acima. Ademir vestiu a camisa do São Paulo a convite do anão sem noção Marco Aurélio Cunha para uma pelada.

Ademir não precisava ter feito isso assim como não é motivo para os conselheiros e diretores palmeirenses terem chegado a tal ponto.

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Frases do dia

Publicado por Nelson Próspero em Março 30, 2009

“Maradona foi um exemplo negativo por ter usado drogas”, Pelé, sobre as drogas no futebol.

“O que querem que eu diga, que ele iniciou com um garoto? “  Maradona, para os jornalistas sobre Pelé.

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Publicado por Nelson Próspero em Março 29, 2009

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Capa da revista do jornal francês desta semana

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Corinthians 0 x 0 Guarani

Publicado por Nelson Próspero em Março 29, 2009

O futebol pobre e irregular, característico de Mano Menezes desde que chegou ao Timão, custou a vice-liderança ao Corinthians na reta final da primeira fase do Paulistão. O segundo empate consecutivo com o lanterna do campeonato foi de doer. E o pior, levando sufoco do Bugrinho.

Não se sabe o porque de Mano ainda insistir com Souza como titular. Não quero acreditar que, por terem o mesmo empresário, possa ter influência (mas também não duvido).

O primeiro tempo foi horrível. Uma chance clara com Souza, após passe de Ronaldo, e uma falta batida pelo Fenômeno. André Santos não podia avançar, assim como Elias. Douglas continua afundado na má fase. Com isso Ronaldo, ficou abandonado lá na frente. Um desperdício.

Segundo tempo, o Corinthians até levou sufoco. A ponto de Mano colocar Túlio (pasme) na vaga de Boquita, o único que se apresentava pra jogar. A preocupação era o lateral direito Maranhão, que incomodava demais. Três jogadores o tentaram marcar e nenhum deu conta: André Santos, Elias e Túlio. No mais, uma ou duas chances salvas pelo bom goleiro bugrino Douglas e Felipe pegando uma bola decisiva aos 48 minutos num erro de recuo grotesco de Diego. O Guarani ainda teve um gol mal anulado.

Precisa melhorar muito. Os mesmos erros persistem, erros básicos como saída de bola, bolas aéreas, passes, cruzamentos e finalizações, falta de volume de jogo e de posicionamento, que se tornam ainda mais graves levando-se em conta que a base é a mesma do ano passado. Lamentável.

Público de 14.119.

Felipe - 5, fez boas defesas, mas compromete o time erraqndo todas as reposições de bola.

Alessandro – 5, regular.

Diego – 5, afobado.

Chicão – 6, bem atrás e na frente.

André Santos – 5, apagadíssimo.

Fabinho – 5, também não estava inspirado.

Elias – 5, jogou muito atrás.

Douglas - 4, que fase !

(Saci) – de cada cinco cruzamentos acerta um. Que beleza

Boquita – 5,5 pelo menos busco o jogo, não foge

(Tulio) – 4 cumpriu pra cobrir André Santos, mas nem isso

Souza -3, não pode vestir essa camisa.

(Marcelinho) - sem nota

Ronaldo – 6,5, incrível sua eficiência com a bola nos pés.

Mano – 2, errou com Souza, com Túlio, com Saci, time sem nenhum padrão. Mas pra ele o que importa é ficar entre os quatro.

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Ronaldo no Estadão

Publicado por Nelson Próspero em Março 24, 2009

“Quebrando o monopólio”, Ronaldo deu uma excelente entrevista  ao repórter Daniel Piza , do Estadão. Sente o que ele fala sobre a torcida corintiana. Matéria na íntegra.

“Estou adorando.” Ronaldo repetiu a frase algumas vezes, durante a entrevista concedida anteontem à noite no hotel onde o Corinthians se concentrou, em São Paulo. Nem precisava. Sorridente, bem mais magro do que há seis meses, muito entrosado com o grupo, ele está visivelmente satisfeito com a decisão que tomou de voltar ao Brasil e ao time de uma torcida que o emociona pelo apoio incessante aos jogadores. Mas mantém a cautela: diz estar ainda a 80% da forma ideal, precisando perder mais três quilos e recuperar os arranques, que tem certeza de que estão voltando.

Já morando num pequeno apartamento seu com a mulher, Bia, e a filha de três meses, Maria Sofia, Ronaldo deve se mudar em breve para o apartamento maior que comprou, com vista para o Pacaembu. Apesar do assédio, “muito, muito grande”, e do trânsito, que “enrola até o GPS”, ele elogia a cidade e diz que está concentrado no futebol. Seu objetivo é fazer uma temporada inteira, de mais de 30 jogos, e também chegar aos 30 gols. Para isso, dá um recado aos colegas de equipe: lançar em profundidade. Ele está decidido a continuar “adorando”.

Quase quatro meses depois de ter assinado com o Corinthians, o que você acha da decisão tomada?

Tudo indica que fiz a melhor coisa. Estou feliz de ter tomado essa decisão, de encarar esse desafio, porque todo mundo desacreditava, todo mundo achava que era uma grande ação de marketing e que, no final, eu não jogaria futebol. Não adiantava ficar respondendo a esse tipo de comentário, porque a melhor resposta que o jogador pode dar é dentro de campo. Quando ele faz a parte dele, aí todo mundo cala a boca, engole tudo aquilo que falou. Ou bota na boca dos outros como se não tivesse falado nada. O primeiro balanço é muito positivo.

Você achava que fosse estar assim?

A evolução aparece a cada semana, com os treinamentos, com os jogos; o próprio jogo serve para melhorar a movimentação, a mobilidade.

Você estreou antes por causa das polêmicas?

Não, não teve nada disso, não. A gente precisava tomar uma decisão de qual seria o melhor momento. Especulava-se muito sobre organizar uma estréia maravilhosa, com grande apresentação. Da maneira que foi, foi perfeito. Surpresa, em Itumbiara, Copa do Brasil, entrou, não fez gol para não dar muita confusão também… (risos) Foi tranquilo, não teve influência nenhuma das polêmicas. Eu já estava querendo estrear, até para ver. Já tinha feito três coletivos com os juniores, mas precisava ter noção no jogo profissional.

Foi boa essa parada contra o Santo André?

Foi. A gente tem de tomar cuidado nesse início, planejar os jogos em que vou atuar. Tive contusões importantes e ainda não estou 100%.

Está quanto agora?

Acho que 80%. Falta perder esses três quilos que estão incomodando ainda. Perder os primeiros oito é mais fácil, depois perder mais três fica mais difícil.

Se o Corinthians passar para o quadrangular final, vai jogar todos?

Aí vai ser um jogo por semana. Esse é o ideal. O pico máximo de cansaço depois do jogo vem dois dias depois, não no dia seguinte. A gente faz um teste, CPK, eles abreviam também para CK, que diz o quanto cansado você está. Se o CK dá 800, 1.000, o risco de lesão é maior, as fibras musculares não se reagruparam.

A última temporada que você jogou praticamente inteira foi em 2005, no Real Madrid. Em 2006 ficou parado antes da Copa, em 2007 ficou quatro meses, em 2008 teve a lesão no patelar.

É, mas agora espero que vá dar tudo certo. Tem que ter cuidado.

Nunca vi você pular no alambrado para comemorar gol. Era o aviãozinho, o dedinho.

É, nem na Copa de 2002 fiz isso… Mas foi tanta emoção ali na hora, um clássico contra o Palmeiras, fazer um gol no último minuto depois de um ano sem jogar. Minha reação foi de ir para a galera, pular no meio deles.

Você sempre falou da torcida do Corinthians. E agora o que está achando?

Ainda melhor do que eu imaginava. Sou torcedor do Flamengo, sei que a torcida vaia com 10 minutos de jogo, pede nome de outro jogador. A do Corinthians, para o jogador, é a melhor coisa do mundo. O time pode estar perdendo por um, dois gols, e eles estão ali, aumentam ainda mais o ritmo.

Foi assim contra o São Caetano?

Foi. Eles aumentaram, debaixo de chuva, cantando como louco mesmo. Até o fim! Sei que eles são exigentes, que num passado recente até entraram na sede, para cobrar jogador e diretoria, o que também acho um pouco demais. Mas no campo a torcida é incrível, apóia o tempo todo. Eles são perfeitos.

E a garotada? O Dentinho chorando depois do seu gol…

É, é muito legal. É um time humilde, bem jovem, muitos me viram quando tinham 10, 12 anos. É só alegria o dia todo, brincando, sacaneando. Mas também falamos sério, passo minha experiência para eles, muitos pedem a opinião.

Por exemplo?

Ah, opinião de tudo, de comportamento, de relação com a imprensa… E de bola, claro, o dia todo. Eu até estava falando com o Mano outro dia, porque eles me viram jogar mas não sabem o que é jogar comigo em campo. Eu dou muita opção para receber atrás dos zagueiros, em profundidade. Também dou opção, claro, para a tabelinha. Mas às vezes o meio-campo, quem está com a bola, pega e olha para o lado sem olhar para o ataque. Se olha para o atacante e vê o zagueiro distraído, mete para o ataque. Não precisa ser sempre a jogada trabalhada, o toque de lado. Olhar sempre para o atacante é o que falo para eles.

Não é curioso que depois de voltar para o Brasil muitas pessoas passaram a reconhecer seu papel na história?

É, por isso também foi muito bom ter voltado. Fiquei muito tempo fora. Me viram na seleção apenas, ou de vez em quando nos campeonatos europeus. Agora vão acompanhar de perto. É muito diferente para mim, mas eu estou adorando. É meu povo, meu país. E estamos pegando todos os indecisos; quem não tinha time agora começa a torcer para o Corinthians (risos)… Até pessoas que não acompanham futebol.

Teria voltado antes?

Não, acho que foi na hora certa.

O assédio está muito grande?

Muito, muito. Até Bia, minha mulher, que é sempre “low profile”, é reconhecida em todos os lugares em São Paulo. Fui para Maresias, na casa do Luisão, a praia estava vazia. Do nada, apareceram dez pessoas com câmeras e tudo.

Por que escolheu morar em Higienópolis? Já sabe o caminho para o Corinthians?

É um bairro tranquilo, familiar, e o caminho para a marginal (Tietê) é fácil. Já sei ir sozinho, sim, mas quanto tento desviar do trânsito não consigo. Até o GPS se enrola.

Como se divertir sem afetar a forma e sem cair o mundo em cima?

É, parece que jogador não pode se divertir. Aproveitar o dia de folga não tira a forma. No Brasil parece que todo mundo é santo…

Se você não quisesse mais jogar bola de forma competitiva, teria ido ganhar dinheiro em algum país distante, ou nos EUA. Por que tantas pessoas não viram isso?

Acho que porque sempre tem a dúvida, tem pessoas que ficam julgando. Era óbvio. Não tinha outra razão para voltar a jogar futebol a não ser meu amor pelo futebol. Eu sempre quis voltar a disputar títulos, fazer gols importantes, decidir campeonatos. Isso que dá emoção. Tenho 32 anos e me sinto novo.

Como você não é de fazer firula, malabarismo, muita gente insiste em ver você como apenas um jogador de arranque ou, sem arranque, de finalização. Mesmo assim, o arranque volta?

Volta, volta, sim. O que é preciso é ter resistência, é fazer esse arranque voltar mais vezes, muito mais vezes do que estou fazendo. A habilidade, lógico que existe. Uso os recursos que tenho, buscando sempre que possível o gol. Tem o passe, a colocação; tudo isso é técnica.

Uma vez no Madrid você decidiu voltar para ajudar a defesa e teve um estiramento muscular. Isso pode acontecer? Como evitar?

O problema é desperdiçar um pique que deveria ser para a frente… (risos) O corpo manda avisos constantemente. De cansaço, ou até de confiança. Quando você é jovem, não entende esses avisos.

Qual seria a temporada 2009 ideal ou perto do ideal para você?

O ideal seria jogar uma vez por semana. Jogar 30 partidas ou mais.

E gols?

Por aí também, 30. Vamos ver, não é tão fácil quanto as pessoas dizem, mas vamos fazer o máximo possível. Trinta é um número bom, eu gosto, pode ser uma boa meta. Já contando com os dois, hein? (risos)

Tem acompanhado o Santos?

Tenho, vi os melhores momentos da última partida. O garoto Neymar é muito bom, tranquilo, leve. Tem que se cercar de gente competente para se focar só no futebol. Tem muita gente querendo se aproveitar, oferecendo mundos e fundos. Independentemente de quanto ganhar ou passar a valer, ele tem que se concentrar em melhorar, em aprender.

É bom ver tantos artilheiros?

É muito bom para o futebol brasileiro. Isso traz as pessoas de volta para os estádios. Traz competição maior entre os clubes, e até mesmo entre os artilheiros. Isso é muito bom.

É verdade que jogar aqui é muito diferente de jogar na Europa, que aqui os zagueiros não são tão bons?

É diferente, não tem como dizer que é mais fácil ou mais difícil. Na Europa você encontra todos os jogadores em 20, 30 metros. Aqui é mais afastado, o time marca em 40, 50 metros. Tem muito mais espaço, não é aquela marcação por pressão, compacta.

Então é bom para você?

Não, ali onde eu fico o jogo já é fechado de novo, coladinho. No meio-campo tem mais espaço.

O time do Corinthians às vezes parece não ter muita experiência, não ter ainda muita consistência.

Mas é um time jovem, a gente não perdeu ainda, é a defesa menos vazada. Não é perfeito, mas vai lutar para disputar título, qualquer título. O time já sofreu o que tinha que sofrer no ano passado. Foram muitas lesões também.

Pensa em jogar Libertadores, em seleção?

Penso, mas penso mais no momento, no agora. Vamos pensar primeiro neste ano.

Aguenta os 90 minutos hoje?

Acho que não, se for um ritmo muito intenso. Penso em dosar, mas depende da necessidade do jogo.

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Corinthians 1 x 0 Santos

Publicado por Nelson Próspero em Março 24, 2009

Primeira vitória do Mano em clássicos. Primeira boa partida do Corinthians em todo o campeonato. Não por acaso, com um time escalado sem invenções, sem improvisos, cada um no seu quadrado. O placar foi magro, mas houve muita troca de bola, muita raça, vontade, apesar dos intermináveis erros de finalizações.

O Corinthians poderia ter matado o jogo no primeiro tempo. Foi soberano. Dominou as ações na defesa, no meio e no ataque. Mas perdeu grandes oportunidades com Douglas, Ronaldo,  Chicão etc. O gol saiu aos 15, em um bom cruzamento de Douglas na cabeça de Dentinho.

Segundo tempo, o time recuou um pouco, mas não o suficiente pra tomar sufoco do fraco time do Santos. Ronaldo perdeu mais duas chances, assim como Jorge Henrique, no final, sem goleiro. Resultado justo.

Público de 33.356 pagante e mais de 3.000 não pagantes. E mais cenas lamentáveis de confronto entre torida e polícia, onde a culpa deve ser istriubída igualemente.

Felipe - 5,5, continua falhando em saídas e reposições mas fez duas boas defesas;

Alessandro – 6, como dono da posição, correspondeu.

William – 5, muitas falhas e muito lento.

Chicão – 6, boa marcação e antecipações.

André Santos – 6, forte opção no apoio.

Cristian – 6,5, um leão, nunca vi igual.

Elias – 6, peça fundamental, na frente e atrás.

(Fabinho) – 6, também entrou na febre do rato

Douglas - 5,5, assistência no gol e bons toques.

Boquita – 5,5 além de armar, marca bem. Concilia melhor que o Douglas

Dentinho - 7, fez o gol e apanhou muito.

(Morais) - sem nota

Ronaldo – 5,5, perdeu dois gols “incríveis”, como ele diz.

(J.Henrique) – 3, só teve tempo de perder um gol sem goleiro

Mano –5,5, quando não inventa, vence

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Quem vai ??

Publicado por Nelson Próspero em Março 19, 2009

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Tem que rir pra não chorar

Publicado por Nelson Próspero em Março 19, 2009

Folha de São Paulo

Um livro de geografia distribuído pelo governo paulista aos alunos da sexta série do ensino fundamental traz duas vezes o Paraguai no mapa da América do Sul e ainda inverte a localização do Uruguai e Paraguai.
O erro repete-se também no livro do professor. Outra incorreção é a não-inclusão do Equador no mapa “Fronteiras Permeáveis”. Sem isso, o aluno não tem informação para responder à seguinte questão, na página ao lado: “Quais são os países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil?”
A Secretaria da Educação da gestão José Serra (PSDB) diz, em nota, que o erro é de responsabilidade da empresa que produziu o material e que as escolas já foram alertadas sobre a falha por meio do site. A Fundação Vanzolini, responsável pela edição, disse que o material foi produzido por professores indicados pela secretaria.
Um professor de São José do Rio Preto disse que identificou a falha no mapa em sala de aula. O erro foi motivo de piada entre os alunos. Segundo ele, há erros em quase todos os cadernos, mas, geralmente, são de grafia, não de informação. Cingapura, por exemplo, foi grafado com “s”. Mas o erro do mapa, diz, “é gravíssimo”.

SF : A educação no Brasil vai de mal a pior. Não que não estejam sendo tomadas as providências, feitos os ajustes, mas talvez insuficientes e equivocados. São dicutíveis os métodos de avaliação de alunos e professores. Como não dá voto, não é interessante priorizá-la. Esse sim, um erro crasso.

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Libertadores

Publicado por Nelson Próspero em Março 19, 2009

Fraquíssimo o time do Defensor,  adversário do SãoPaulo ontem, pela Libertadores. Se ficasse 48 horas tentando não ia fazer gol. Se teve mais posse de bola, principalmente no primeiro tempo foi mais por deficiência do São Paulo do que por méritos próprios. Não aproveitou nem as bolas paradas, das várias faltas bestas que a defesa tricolor fez.

Defesa essa muito forte assim como o ataque. Que decidiram. Aqui no Morumbi vai ser goleada.

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Culpados

Publicado por Nelson Próspero em Março 18, 2009

Não me lembro qual foi o político que falou, se não me engano o Mercadante, mas os verdadeiros culpados pela eleição de Collor à presidente da Comissão de Infra-estrutura do Senado, gerente do PAC são os 550.725 eleitores de Alagoas, que o colocaram no Senado em 2006. Mandaram mal. Agora chora !!

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