Publicado por Nelson Próspero em Novembro 19, 2008
Infelizmente, vaso ruim não quebra. E dessa vez sobrou para Marlene Matheus, que pediu demissão do cargo de diretora social do Corinthians. Não suportou as mentiras, ingerências e barbáries da administração Andrés Sanches, como esse próprio blog havia noticiado.
Em nota, citou as “divergências administrativas, declarações infelizes do presidente Andrés Sanchez referindo-se desrespeitosamente ao sobrenome Matheus, além da total falta de compromisso com a verdade”, como motivos, além de informar que manterá as suas obrigações no figurante Conselho de Orientação (CORI) e no Conselho Deliberativo do Corinthians.
Andrés está cavando sua própria cova. Marlene o apoiou ano passado e arregimenta, com isso, alguns votos para Paulo Garcia, provavelmente.
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Publicado por Nelson Próspero em Novembro 19, 2008
“… o que marcou muito foi a dimensão que o Corinthians tem em todo o Brasil. Onde jogávamos, parecia que estávamos em casa. A dimensão que o clube tem é fora do com um”.
“Sabia que o Corinthians era grande, lógico, mas só senti a realidade quando vivi tudo isso. Neste ano, vi o quanto o clube é grande e tem torcida. Confesso que não imaginava, não tinha noção da grandeza e da dimensão que o clube tem em todo o Brasil.”
“Sempre declarei que sou colorado porque me criei lá. Mas pode ter certeza de que virei corintiano. Eu me identifiquei muito com o Corinthians, meu filho canta todas as músicas da torcida e minha casa está toda decorada com bandeiras e pôsteres do clube. Com certeza, vou querer voltar. Para conquistar títulos que, infelizmente, não pude festejar nessa passagem. E agradeço muito à torcida. Sei que não se pode planejar as coisas com tamanha antecedência, mas quero dizer que um dia eu voltarei.”
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Publicado por Nelson Próspero em Novembro 19, 2008
Só para reforçar o post anterior, sobre municípios : há uma determinação do Supremo Tribunal Federal, que invoca o Congresso a promulgar uma lei, até maio do ano que vem, que regule a criação de cidades. Caso contrário, todos os 58 municípios criados desde 1996 serão extintos, voltando ao seu estado inicial, de distritos.
Isso porque, sem obedecer nenhuma regra, municípios são criados a torto e a direito, visando a verba mínima do Fundo de Participação dos Municípios (FPM, criado em 1965), de R$ 3,3 milhões. De 88 até 96 foram criados 1.288 deles. O país tem atualmente 5.562 municípios.
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